Assembleias Gerais de Obrigacionistas aprovam o acordo de fusão entre a PSA e a FCA

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A Peugeot S.A. lançou, no passado dia 28 de outubro, uma consulta no sentido de obter a aprovação por parte dos portadores de títulos obrigacionistas emitidos no âmbito do Programa EMTN do Grupo. O objetivo desta consulta foi obter o acordo dos detentores de títulos sobre o projeto de fusão entre a Peugeot S.A. e a FCA, para formar a Stellantis aquando do final da operação.



AVISO IMPORTANTE

Ao ler este Comunicado, o leitor concorda em estar vinculado às seguintes limitações e qualificações:

O comunicado serve apenas para fins informativos e não constitui nem uma oferta, nem um convite para uma troca ou venda, nem uma proposta de subscrição ou de compra, nem um convite para troca, compra ou subscrição de títulos, do todo ou de uma parte das atividades ou dos ativos aqui descritos, ou envolve qualquer outro interesse ou solicitação de voto ou de aprovação em qualquer jurisdição relativa à transação nele referida ou, de outra forma, não havendo lugar a uma venda, emissão ou transferência de títulos em qualquer jurisdição em violação da lei aplicável. Este comunicado não deve nunca ser interpretado como uma recomendação direcionada ao leitor.

Este comunicado não é nem um prospeto nem um aviso informativo ou qualquer outro documento de oferta no âmbito do Regulamento (UE) 2017/1129 do Parlamento Europeu e do Conselho de 14 de junho de 2017.

Uma oferta de títulos nos Estados Unidos no âmbito de uma operação de agrupamento de empresas só será feita, se necessário, através de um prospeto como parte de uma declaração de registo efetiva, registada junto da US Securities and Exchange Commission (“SEC”). Os acionistas da Fiat Chrysler Automobiles N.V. ("FCA") e da Peugeot S.A., naturalizados nos Estados Unidos ou domiciliados nos Estados Unidos são convidados a ler a declaração de registo se e no momento em que for declarada em vigor pela US Securities and Exchange Commission (“SEC”), pois nela se incluirão informações importantes sobre a inerente operação. Poderão obter-se cópias de todos os documentos depositados na SEC sobre a operação proposta, documentos de referência e documentos depositados pela FCA na SEC, no portal da SEC em http://www.sec.gov. Para além disso, a declaração de registo efetivo será disponibilizada gratuitamente aos acionistas nos Estados Unidos.

 

Assembleias Gerais de Obrigacionistas aprovam o acordo de fusão entre a PSA e a FCA. 

A Peugeot S.A. lançou, no passado dia 28 de outubro, uma consulta no sentido de obter a aprovação por parte dos portadores de títulos obrigacionistas emitidos no âmbito do Programa EMTN do Grupo. O objetivo desta consulta foi obter o acordo dos detentores de títulos sobre o projeto de fusão entre a Peugeot S.A. e a FCA, para formar a Stellantis aquando do final da operação.

A Peugeot S.A. anuncia hoje o sucesso desta consulta após ter recolhido uma grande maioria de votos no final de cada uma das Assembleias Gerais de obrigacionistas.

A Peugeot S.A. também obteve as aprovações necessárias dos bancos seus parceiros para as suas duas linhas de crédito renováveis, cada uma no valor de 3 mil milhões de euros.

O sucesso desta consulta confirma a confiança dos detentores de títulos obrigacionistas, e dos bancos parceiros, na estratégia do Grupo com vista à criação de Stellantis

A conclusão da fusão deverá ter lugar até ao final do primeiro trimestre de 2021, estando sujeita às habituais condições de conclusão, incluindo a aprovação da operação por parte dos acionistas de ambas as empresas, nas respetivas assembleias gerais extraordinárias, e a satisfação dos requisitos antitrust e demais exigências regulatórias.

 

DECLARAÇÕES PROSPETIVAS

Este documento contém declarações prospetivas. Particularizando, estas declarações prospetivas referem-se a desempenhos financeiros futuros. As expectativas da FCA e da PSA (as “Partes”), quanto à realização de algumas medidas-alvo numa data ou período futuros são declarações prospetivas. Essas declarações podem incluir termos como “pode”, “será”, “esperadas”, “poderia”, “deveria”, “têm como intenção”, “estimar”, “antecipar”, “crer”, “ficar”, “encaminhado”, "criar”, “meta”, “objetivo”, “previsão”, “projeção”, “perspetivas”, "plano" ou termos similares. As declarações prospetivas não são garantias de performance futura. Em vez disso, baseiam-se no estado atual de conhecimento das Partes, nas expectativas futuras e nas projeções de eventos futuros e estão, pela sua natureza, sujeitas a riscos e incertezas inerentes. Elas referem-se a acontecimentos e dependem de circunstâncias que se podem ou não produzir, existir ou não no futuro, pelo que, não podem ser consideradas como fiáveis.

Os resultados reais podem diferir sensivelmente dos expressos nestas declarações prospetivas devido a diferentes fatores, nomeadamente: a capacidade da PSA e da FCA e/ou do grupo combinado resultante da transação proposta (com as partes, as “sociedades”) de lançamento de novos produtos de sucesso, de manter os volumes de entrega de veículos; de fazer face às evoluções dos mercados financeiros mundiais, da conjuntura económica em geral e da procura de produtos automóveis, que estão sujeitos a ciclos; às alterações das condições económicas e políticas locais; às alterações nas políticas comerciais e na imposição de impostos globais e regionais e de impostos específicos para a indústria automóvel, à promulgação de reformas tributárias ou outras mudanças nas leis e regulamentação fiscal; à capacidade das empresas em expandir algumas das suas marcas a uma escala global; à capacidade das empresas de propor produtos inovadores e atrativos, à capacidade das empresas de desenvolver, fabricar e vender veículos dotados de recursos avançados, incluindo características melhoradas ao nível da eletrificação, conectividade e recursos de condução autónoma; aos vários tipos de reclamações, processos, investigações governamentais e outras contingências, incluindo reivindicações de responsabilidade de produtos e de garantias e reivindicações ambientais, investigações e processos ambientais; de despesas operacionais significativas relacionadas com o cumprimento das normas ambientais, sanitárias e de segurança; ao nível intenso de concorrência na indústria automóvel, que poderá aumentar como resultado da consolidação; à exposição a déficits de financiamento nos planos de previdência de benefícios definidos pelas Partes; à capacidade de fornecer ou organizar o acesso a financiamentos adequados para concessionários e clientes de retalho e os riscos associados à criação e operação de sociedades de serviços financeiros; à capacidade de aceder a financiamento para executar planos de negócios das sociedades e melhorar as suas operações, a sua posição financeira e os seus resultados operacionais; a uma disfunção significativa, perturbação ou violação de segurança que comprometa os sistemas informáticos ou os sistemas de controlo eletrónico integrados nos veículos das sociedades; a capacidade das sociedades em alcançar os benefícios esperados dos acordos da joint-venture; perturbações resultantes de instabilidade política, social e económica; os riscos associados ao nosso relacionamento com os funcionários, concessionários e fornecedores; o aumento dos custos, a interrupção do fornecimento ou a escassez de matérias-primas; mudanças nas relações de trabalho e com trabalhadores e mudanças na legislação laboral aplicável; flutuações cambiais, alterações nas taxas de juros, risco de crédito e outros riscos de mercado; agitação política e civil; terramotos ou outras catástrofes naturais; às incertezas sobre a realização da fusão das empresas proposta e discutida neste documento ou quanto à sua calendarização; o risco provocado pelo anúncio da fusão das empresas aqui proposta, tornando mais difícil para as partes estabelecer ou manter relações com os seus funcionários, fornecedores e outros parceiros comerciais ou entidades governamentais; o risco de que as atividades das partes se vejam afetadas negativamente durante a duração do acordo inerente à fusão de empresas aqui proposta; os riscos associados às aprovações regulatórias necessárias à consolidação; o risco de que as operações da PSA e da FCA não sejam integradas com sucesso e outros riscos e incertezas.

As declarações prospetivas expressas neste documento apenas são válidas na data em que foram formuladas, pelo que as Partes declinam qualquer obrigação de atualizar ou rever as presentes declarações prospetivas públicas. Informações mais detalhadas sobre as Partes e as suas atividades, incluindo os fatores suscetíveis de afetar significativamente os resultados financeiros das Partes, estão incluídos nos relatórios e registos da FCA junto da Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos, da AFM e da CONSOB, estando os registos da PSA a cargo da AMF.

 

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