Informação à Imprensa: Cerimónias de apresentação da Stellantis nas bolsas de Paris, Milão e Nova Iorque

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John Elkann, Presidente da Stellantis, e Carlos Tavares, CEO da Stellantis,
irão fazer soar o tradicional sino de abertura das bolsas de Paris e de Milão, no dia 18 de janeiro, e o da bolsa de Nova Iorque no dia 19 de janeiro.



AVISO IMPORTANTE

 

Ao ler este Comunicado, o leitor concorda em estar vinculado às seguintes limitações e qualificações:

O comunicado serve apenas para fins informativos e não constitui nem uma oferta, nem um convite para uma troca ou venda, nem uma proposta de subscrição ou de compra, nem um convite para troca, compra ou subscrição de títulos, do todo ou de uma parte das atividades ou dos ativos aqui descritos, ou envolve qualquer outro interesse ou solicitação de voto ou de aprovação em qualquer jurisdição relativa à transação nele referida ou, de outra forma, não havendo lugar a uma venda, emissão ou transferência de títulos em qualquer jurisdição em violação da lei aplicável. Este comunicado não deve nunca ser interpretado como uma recomendação direcionada ao leitor.

Este comunicado não é nem um prospeto nem um aviso informativo ou qualquer outro documento de oferta no âmbito do Regulamento (UE) 2017/1129 do Parlamento Europeu e do Conselho de 14 de junho de 2017.

 

Vélizy-Villacoublay e Londres, 15 de janeiro de 2021

 

Informação à Imprensa: Cerimónias de apresentação da Stellantis

nas bolsas de Paris, Milão e Nova Iorque

 

John Elkann, Presidente da Stellantis, e Carlos Tavares, CEO da Stellantis,
irão fazer soar o tradicional sino de abertura das bolsas de Paris e de Milão, no dia 18 de janeiro, e o da bolsa de Nova Iorque no dia 19 de janeiro.

 

Para celebrar o primeiro dia de apresentação em Bolsa da Stellantis – entidade que irá nascer da fusão entre a FCA e o Groupe PSA - John Elkann, Presidente da Stellantis, e Carlos Tavares, CEO da Stellantis, irão fazer soar o sino de abertura das três bolsas onde ficarão cotadas as ações do novo grupo.

As ações da Stellantis deverão começar a ser negociadas na ‘Euronext’ de Paris e na ‘Borsa Italiana’ de Milão na próxima segunda-feira, dia 18 de janeiro de 2021, bem como na bolsa de Nova Iorque (NYSE) a partir de terça-feira, dia 19 de janeiro de 2021, já que a NYSE estará fechada no dia anterior, por se tratar de um feriado de celebração a Martin Luther King Jr.

As cerimónias de abertura poderão ser acompanhadas na internet nos seguintes horários:

 

Segunda-feira, 18 de janeiro:

  • 08h50 CET (07h50 em Portugal Continental) – Euronext, Paris (França)

https://channel.royalcast.com/stellantis-en/#!/stellantis-en/20210108_1

  • 09h00 CET (08h00 em Portugal Continental) – Borsa Italiana, Milão (Itália)

https://www.borsaitaliana.it/homepage/homepage.htm

 

Terça-feira, 19 de janeiro:

  • 15h25 CET (14h25 em Portugal Continental) – NYSE (EUA)
  •  

 

A recordar:

  • A fusão entre a FCA e o Groupe PSA será formalmente finalizada no sábado, dia 16 de janeiro de 2021.

 

  • Após a realização da operação, os acionistas do Groupe PSA irão receber 1,742 ações da Stellantis por cada ação da PSA, enquanto os acionistas da FCA irão receber 1 ação da Stellantis por cada ação da FCA.    

 

 

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Informações adicionais:

FCA

Groupe PSA

Shawn Morgan: +1 248 760 2621

shawn.morgan@fcagroup.com

 

Claudio D’Amico: +39 334 7107828

claudio.damico@fcagroup.com

Karine Douet: +33 6 61 64 03 83

karine.douet@mpsa.com

 

Valérie Gillot: +33 6 83 92 92 96

valerie.gillot@mpsa.com

 

Sobre a FCA

Fiat Chrysler Automobiles (FCA) é um fabricante global de automóveis que desenha, projeta, fabrica e comercializa veículos num portfólio de marcas emocionantes, que inclui Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Dodge, Fiat, Fiat Professional, Jeep®, Lancia, Ram e Maserati. Também vende peças e serviços sob a marca Mopar e opera nos setores de componentes e sistemas de produção sob as marcas Comau e Teksid. A FCA emprega cerca de 200.000 pessoas em todo o mundo. Para mais informações sobre a FCA, visite www.fcagroup.com.

 

 

Sobre o Groupe PSA

O Groupe PSA concebe um universo de experiências automóveis únicas e oferece soluções de mobilidade inovadoras para responder ao conjunto das necessidades dos clientes. O Grupo tem cinco marcas automóveis – Peugeot, Citroën, DS, Opel e Vauxhall  – e propõe uma ampla gama de serviços conectados e de mobilidade através da sua marca Free2Move. O seu plano estratégico ‘Push to Pass’ constitui uma primeira etapa rumo à sua visão de “Ser um construtor automóvel mundial na vanguarda em termos de eficiência e um fornecedor de soluções de mobilidade de referência para uma relação preferencial com os clientes”. É um dos pioneiros da viatura autónoma e do veículo conectado. As suas atividades também se estendem ao financiamento automóvel, através do Banque PSA Finance, e aos equipamentos para automóveis, através da Faurecia.

Informações adicionais em https://groupe-psa.com/fr

Mediateca: medialibrary.groupe-psa.com /  Twitter: @GroupePSA

 

 

DECLARAÇÕES PROSPETIVAS

 

Este documento contém declarações prospetivas. Particularizando, estas declarações prospetivas referem-se a desempenhos financeiros futuros. As expectativas da FCA e da PSA (as “Partes”), quanto à realização de algumas medidas-alvo numa data ou período futuros são declarações prospetivas. Essas declarações podem incluir termos como “pode”, “será”, “esperadas”, “poderia”, “deveria”, “têm como intenção”, “estimar”, “antecipar”, “crer”, “ficar”, “encaminhado”, "criar”, “meta”, “objetivo”, “previsão”, “projeção”, “perspetivas”, "plano" ou termos similares. As declarações prospetivas não são garantias de performance futura. Em vez disso, baseiam-se no estado atual de conhecimento das Partes, nas expectativas futuras e nas projeções de eventos futuros e estão, pela sua natureza, sujeitas a riscos e incertezas inerentes. Elas referem-se a acontecimentos e dependem de circunstâncias que se podem ou não produzir, existir ou não no futuro, pelo que, não podem ser consideradas como fiáveis.

 

Os resultados reais podem diferir sensivelmente dos expressos nestas declarações prospetivas devido a diferentes fatores, nomeadamente: a capacidade da PSA e da FCA e/ou do grupo combinado resultante da transação proposta (com as partes, as “sociedades”) de lançamento de novos produtos de sucesso, de manter os volumes de entrega de veículos; de fazer face às evoluções dos mercados financeiros mundiais, da conjuntura económica em geral e da procura de produtos automóveis, que estão sujeitos a ciclos; às alterações das condições económicas e políticas locais; às alterações nas políticas comerciais e na imposição de impostos globais e regionais e de impostos específicos para a indústria automóvel, à promulgação de reformas tributárias ou outras mudanças nas leis e regulamentação fiscal; à capacidade das empresas em expandir algumas das suas marcas a uma escala global; à capacidade das empresas de propor produtos inovadores e atrativos, à capacidade das empresas de desenvolver, fabricar e vender veículos dotados de recursos avançados, incluindo características melhoradas ao nível da eletrificação, conectividade e recursos de condução autónoma; aos vários tipos de reclamações, processos, investigações governamentais e outras contingências, incluindo reivindicações de responsabilidade de produtos e de garantias e reivindicações ambientais, investigações e processos ambientais; de despesas operacionais significativas relacionadas com o cumprimento das normas ambientais, sanitárias e de segurança; ao nível intenso de concorrência na indústria automóvel, que poderá aumentar como resultado da consolidação; à exposição a déficits de financiamento nos planos de previdência de benefícios definidos pelas Partes; à capacidade de fornecer ou organizar o acesso a financiamentos adequados para concessionários e clientes de retalho e os riscos associados à criação e operação de sociedades de serviços financeiros; à capacidade de aceder a financiamento para executar planos de negócios das sociedades e melhorar as suas operações, a sua posição financeira e os seus resultados operacionais; a uma disfunção significativa, perturbação ou violação de segurança que comprometa os sistemas informáticos ou os sistemas de controlo eletrónico integrados nos veículos das sociedades; a capacidade das sociedades em alcançar os benefícios esperados dos acordos da joint-venture; perturbações resultantes de instabilidade política, social e económica; os riscos associados ao nosso relacionamento com os funcionários, concessionários e fornecedores; o aumento dos custos, a interrupção do fornecimento ou a escassez de matérias-primas; mudanças nas relações de trabalho e com trabalhadores e mudanças na legislação laboral aplicável; flutuações cambiais, alterações nas taxas de juros, risco de crédito e outros riscos de mercado; agitação política e civil; terramotos ou outras catástrofes naturais; às incertezas sobre a realização da fusão das empresas proposta e discutida neste documento ou quanto à sua calendarização; o risco provocado pelo anúncio da fusão das empresas aqui proposta, tornando mais difícil para as partes estabelecer ou manter relações com os seus funcionários, fornecedores e outros parceiros comerciais ou entidades governamentais; o risco de que as atividades das partes se vejam afetadas negativamente durante a duração do acordo inerente à fusão de empresas aqui proposta; os riscos associados às aprovações regulatórias necessárias à consolidação; o risco de que as operações da PSA e da FCA não sejam integradas com sucesso e outros riscos e incertezas.

 

As declarações prospetivas expressas neste documento apenas são válidas na data em que foram formuladas, pelo que as Partes declinam qualquer obrigação de atualizar ou rever as presentes declarações prospetivas públicas. Informações mais detalhadas sobre as Partes e as suas atividades, incluindo os fatores suscetíveis de afetar significativamente os resultados financeiros das Partes, estão incluídos nos relatórios e registos da FCA junto da Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos, da AFM e da CONSOB, estando os registos da PSA a cargo da AMF.

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